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Início » Calcificação na Mama
Receber um laudo de mamografia com o termo “calcificação na mama” costuma gerar apreensão. A associação imediata com câncer é comum, mas, na prática, a maioria das calcificações mamárias é benigna e não representa risco.
Ainda assim, alguns tipos específicos de calcificação podem indicar alterações celulares iniciais, motivo pelo qual a interpretação cuidadosa por um/uma mastologista experiente é fundamental.
Neste conteúdo, você vai entender o que é calcificação mamária, por que ela surge, quando pode ser um sinal de alerta e qual é a conduta mais segura.
A calcificação na mama é um achado frequente na mamografia e, na maioria dos casos, é benigna. Apenas alguns padrões específicos, principalmente microcalcificações com características suspeitas, exigem investigação detalhada para descartar câncer de mama em fase inicial.
A calcificação na mama é um achado radiológico identificado principalmente na mamografia. Trata-se de pequenos depósitos de cálcio no tecido mamário, que aparecem como pontos brancos no exame.
Essas calcificações:
São achados muito frequentes em mulheres após:
As causas das calcificações mamárias são variadas e, na maioria das vezes, benignas. Entre os motivos mais comuns estão:
Em situações mais raras, as calcificações podem surgir em áreas de proliferação celular anormal, funcionando como um sinal precoce de lesões pré-malignas ou de câncer de mama inicial.
A classificação das calcificações leva em conta tamanho, forma e padrão de distribuição, fatores essenciais para definir o risco.
Essas características podem estar associadas a alterações celulares atípicas ou ao carcinoma ductal in situ (CDIS) — uma forma inicial de câncer de mama, geralmente detectável apenas pela mamografia.
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O BI-RADS é o sistema padronizado usado nos laudos de mamografia para indicar o grau de suspeição das alterações observadas.
Classificação mais comum:
A decisão clínica nunca deve ser baseada apenas no número, mas sim na análise global feita pela mastologista.
Na grande maioria dos casos, não.
A maioria das calcificações mamárias, especialmente as macrocalcificações, é completamente benigna.
Entretanto, algumas microcalcificações com padrões específicos podem ser o primeiro sinal de câncer de mama em fase inicial, ainda sem nódulos palpáveis. Por isso, a realização da mamografia, bem como a interpretação especializada dos exames e o acompanhamento regular são indispensáveis.
Quer saber mais sobre o tema? Acesse nossa página sobre câncer de mama!
A investigação depende:
A mastologista pode indicar:
O objetivo é garantir segurança sem exames invasivos desnecessários.
A maioria das pacientes não precisa de tratamento, apenas acompanhamento periódico com exames de imagem.
Indicada quando as calcificações são suspeitas. A biópsia estereotáxica é minimamente invasiva e guiada por mamografia.
Se for confirmado um carcinoma, como o carcinoma ductal in situ, o tratamento costuma ser menos agressivo quando o diagnóstico é precoce, podendo incluir:
Em centros especializados em mastologia em São Paulo, a interpretação correta das calcificações mamárias é decisiva para evitar tanto atrasos no diagnóstico quanto procedimentos desnecessários.
A Dra. Danielle Martin Matsumoto atua no diagnóstico e tratamento das doenças da mama com foco em:
Se você recebeu um laudo com calcificação mamária ou tem dúvidas sobre seus exames, agende uma consulta para uma avaliação criteriosa.
A calcificação na mama, isoladamente, não é um diagnóstico de câncer. Na maioria das vezes, trata-se de um achado benigno e comum ao longo da vida da mulher.
O mais importante é:
Quando diagnosticado precocemente, o câncer de mama pode ter taxas de cura superiores a 90%. Informação, acompanhamento e cuidado especializado fazem toda a diferença.
Não. Calcificações não causam dor ou outros sintomas físicos.
Não. A maioria não precisa. A indicação depende do padrão radiológico.
É bastante difícil que elas sumam sozinhas. A maioria permanece estável ao longo dos anos. É importante é acompanhar a evolução das microcalcificações já existentes bem como o surgimento de novas calcificações.
O exame padrão para detectar calcificações é a mamografia, e esse é um dos motivos pelos quais a mamografia é um exame insubstituível.
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Médica - CRM-SP 139.576 -
Especialidade: Ginecologia e Mastologia RQE: 139.576 - RQE: 11.700
Graduada e especializada pela renomada Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), a Dra. Danielle Martin Matsumoto é referência em mastologia e ginecologia. Com vasta experiência, integra o corpo clínico do Hospital Albert Einstein, Hospital Samaritano, Beneficência Portuguesa, Hospital São Luiz e Hospital Sírio-Libanês. Destaca-se pelo atendimento humanizado, promovendo saúde e bem-estar em todas as fases da vida.
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